Pode parecer meio alarmista dizer isto, mas a verdade é que está cada dia mais difícil executar uma boa estratégia de comunicação sem recorrer ao Business Intelligence.

Aliás, se a sua empresa tem tido um relativo sucesso na sua comunicação, é bem provável que ela já esteja usando algumas das premissas de BI, ainda que não disponha de uma área estruturada ou mesmo batizada com esse nome.

Quer entender um pouco mais sobre Business Intelligence e saber como os seus recursos podem contribuir para turbinar a sua comunicação? Então, siga na leitura deste post, porque separamos algumas informações sobre o assunto.

Afinal, o que é Business Intelligence?

Business Intelligence (BI) não é exatamente uma novidade para a área de negócios. As grandes empresas, há um bom tempo, têm estruturado melhor suas áreas de pesquisa para apoiar seus processos de tomadas de decisão. Grosso modo, é certo dizer que elas passaram a exigir mais inteligência e menos relatórios básicos na orientação das suas estratégias.

E por que a atividade tem recebido tanta atenção? Simples: hoje temos um grande volume de informações disponíveis para as empresas (vide toda a história do Big Data) e, para ajudar, melhorou muito também a capacidade de processamento das informações (graças, principalmente, à evolução dos softwares dedicados a essa tarefa).

Tem-se aí a fórmula perfeita para que BI ganhe mais importância nas empresas, afinal, estamos falando de uma atividade que, em essência, deve reunir soluções sistematizadas para coletar, organizar, analisar e monitorar dados que ajudem a orientar as decisões dos gestores.

O que importa nesse debate, mais do que a metodologia, o software ou mesmo o nome da área que vai cuidar disso, é estabelecer essa necessidade de geração de conhecimento e, claro, definir como isso será usado para determinar as estratégias da empresa.

Como Business Intelligence pode ajudar sua comunicação?

Pensando na aplicação de BI na área de comunicação, a primeira vantagem que podemos indicar é a possibilidade de termos um trabalho mais focado nos objetivos do negócio.

Perfeito, não? Afinal, é importante que a campanha da marca seja visualizada por milhares de pessoas, porém, no final do mês, o que interessa é quanto aquela ação impactou os resultados pretendidos pela empresa, correto?

Como você pode ver, por trás do uso de BI, está algo que tem sido cada vez mais valorizado: a importância de orientarmos o nosso trabalho com informações mais precisas.

Seguindo essa linha de raciocínio, estamos falando, portanto, da necessidade de usar as informações reunidas sobre o cliente para direcionar melhor as campanhas em termos de conteúdo, canais de comunicação que serão empregados, tipos de segmentação e todas as variáveis que podem ter influência no sucesso (ou fracasso) da ação.

Quais as vantagens obtidas pelas empresas com o BI?

Se tudo correr bem na sua estratégia de comunicação, o primeiro ganho da empresa é em relação à eficiência. Não há muito segredo nisso: desenvolvemos estratégias mais assertivas, baseadas nas necessidades dos clientes, e isso gera resultados mais significativos.

Para ficar mais claro, vamos pensar num exemplo prático: a necessidade de integração das estratégias on e off-line das empresas. Com um sistema mais estruturado de coleta e análise das informações, fica bem mais fácil analisar os resultados e, principalmente, a resposta do público.

Outra questão importante nesse tipo de trabalho, focado na inteligência, é o fato de as equipes conseguirem entender melhor os fatores que levarão a determinada performance, compreendendo melhor o que pode ter motivado, por exemplo, uma mudança de comportamento da audiência.

Veja que, para colocar isso em prática, vamos, claro, precisar dos relatórios com os dados, mas a diferença é a disposição de ir além das informações brutas, analisando como elas podem ser relacionadas aos objetivos do negócio.

Fique atento: orientar sua empresa para apoiar sua estratégia de comunicação em Business Intelligence pode não ser muito fácil, mas o esforço vale a pena, uma vez que o trabalho de comunicação sai das esferas do achismo, do feeling, e passa a ser mais sustentado em informações de qualidade.

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Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Como Business Intelligence e a estratégia de comunicação podem trabalhar juntos?

Alexandre Estanislau

Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Categoria: Estratégia
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