Todos os dias, pessoas e empresas no mundo inteiro fazem apresentações sobre si mesmas ou sobre aspectos específicos do seu negócio – para stakeholders dos mais diversos níveis, parceiros, público final, não importa; o fato é que esse é um momento crucial.

Um grande produto, um super serviço, uma marca vencedora. Um lançamento bombástico ou informações estratégicas vitais, talvez? Cada detalhe do negócio cuidadosamente planejado – nada disso vai ser suficiente se, quando você precisar expor sua ideia, seu produto, sua marca, isso não for feito de forma efetiva. É a cereja do bolo.

Estamos falando aqui de momentos determinantes em que, em última análise, é preciso “contar” algo para alguém olho no olho (mesmo quando esse alguém é uma grande plateia). É um contato pessoal que não acontece o tempo todo; uma oportunidade singular de informar encantar, envolver e convencer, que muitas vezes não é aproveitada como poderia – por falta de planejamento, ou mesmo falta da percepção do valor dessa oportunidade. Sim, porque estamos partindo do pressuposto de que existe algo relevante para ser dito, então não se trata de falta de assunto. A questão muitas vezes é a forma como uma apresentação é feita, e que compromete a importância do que vai ser transmitido.

Não é difícil perceber o papel fundamental que dessas oportunidades. Pode ser a primeira impressão, pode ser a entrega, pode ser o fechamento de um negócio – é muita coisa em jogo, inclusive os desdobramentos que vão longe: credibilidade, próximos passos, percepção de marca, novos negócios… a lista é longa, e a atenção tem que ser à altura. As pessoas envolvidas são essenciais (um speaker sem habilidade naturalmente vai colocar tudo a perder) e todo tipo de recurso visual e estrutural também.

 

Muito além dos slides

Uma apresentação corporativa está num contexto de um contato interpessoal. Seja em uma reunião ou em um grande evento, temos gente falando com gente. Então vem o assunto – o motivo de estarmos todos ali – e é a forma expor esse assunto que não pode ser menosprezada.

Uma apresentação corporativa NÃO deve ser entendida do ponto de vista do software em que é criada, ou dos elementos tecnológicos e físicos que ela envolve, mas sim a partir das condições que ela cria para que o assunto seja tratado da melhor forma possível. É uma ferramenta de negócios. Ela valoriza o tema, cria ritmo, desperta e mantém o interesse da audiência – enfim é o verdadeiro cenário para as coisas acontecerem. A forma que isso tem – slide, filme, cenografia, som, tecnologias em geral – depende muito dos propósitos a serem cumpridos e das condições que se tem. Cada caso é um caso. Mesmo assim, é possível pensar naquilo que não pode faltar em nenhuma apresentação, seja de que formato for, seja para vender/ mostrar uma ideia, um produto ou um monte de dados.

Ela informa. As pessoas estão ali para isso – para ver algo que elas não sabem, ou um ponto de vista novo sobre alguma coisa. Criar o conteúdo de uma apresentação pressupõe entender o que as pessoas não sabem e abrir caminhos para que isso chegue a elas, direta e indiretamente e considerando que o material também dá suporte ao apresentador (que não está ali apenas como um enfeite).

Ela inspira. Antes de mais nada é preciso cativar a audiência. Independente do assunto, quem vê precisa 1) ter vontade de continuar vendo e 2) ser impactado de forma eficiente, retendo, além de informações, uma percepção coerente com os objetivos da apresentação. Em outras palavras, a apresentação precisa ir além de transmitir dados – ela precisa causar uma impressão consistente no público, tanto no aspecto racional como no emocional.

Ela encanta. Elementos visuais, textuais, audiovisuais são dosados com precisão para envolver quem está assistindo. Aqui são importantes a tecnologia, a sintonia entre apresentação e apresentador e a estrutura como “toda a história é contada”. Apresentações são tão encantadoras quanto maior é a sua capacidade de envolver as pessoas, por isso a analogia com histórias; elas são interessantes, geram curiosidade, têm conflitos a resolver, podem ensinar; nada muito distante do universo da apresentação. De maneira geral sempre temos problemas a solucionar, motivações para elencar, algo para aprender, algo para mudar. No contexto de negócios ou não, estamos sempre contando histórias, e a capacidade de fazer isso bem atrai e engaja as pessoas.

Ela conecta. Apresentações boas envolvem a audiência de várias formas, criando uma experiência tão memorável quanto possível. Visual, conteúdo, humor, emoção, tecnologia e outros elementos criam a conexão necessária entre as pessoas e o momento/ assunto, e isso estimula, convence, leva à ação desejada.

 

Apresentação como experiência

É claro que momentos de apresentação envolvem muitos fatores imprevisíveis. Tudo o que depende do comportamento e da reação de pessoas é assim, sem falar que não é simples lidar com os inúmeros elementos que compõem a experiência – porque uma apresentação é uma experiência, envolvendo gente, ambiente, infraestrutura, conteúdo, tecnologia, tempo e mais. É um elemento de comunicação complexo e também muito, muito valioso – e precisa ser trabalhado como tal, porque vale a pena.

“Uma boa apresentação paga seu investimento muitas vezes.”

Roberto Baraldi
Assessoria de Imprensa Institucional – Comunicação Corporativa FCA Latam

 

“O sucesso de uma reunião, encontro ou evento de qualquer tipo está na eficiência da passagem de informação. Uma apresentação de alto nível que surpreenda o público destaca-se como um diferencial e um propulsor de sucesso.”

Othon de Villefort Maia
Gerente de Comunicação e Relacionamento com Comunidades AngloGold Ashanti

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Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Hora da apresentação: não destrua seus 15 minutos de fama

Alexandre Estanislau

Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Categoria: Apresentações Corporativas
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