Palavra de especialista: por que 2018 é o ano de investir em branding?

Desde que o Inbound Marketing começou a ter destaque, nutrir leads é uma ação considerada estratégica. Se olharmos pelo lado positivo, nunca foi tão fácil pesquisar um assunto. No entanto, a necessidade de investir em branding para encontrar um ponto de equilíbrio é urgente.

Segundo Alexandre Estanislau, CEO da Bolt, “estamos prestes a viver uma saturação de informação”. A quantidade de conteúdo produzido está ultrapassando a habilidade do ser humano de digerir tudo. Dizem que “em time que está ganhando não se mexe”, mas os dados mostram que o engajamento está minguando.

Neste post, você vai conhecer os novos desafios de fazer marketing, saber o que é melhor — branding ou conteúdos de atração —, como trabalhar a imagem da marca e outras dicas. Boa leitura!

Quais os desafios de fazer marketing hoje?

De acordo com uma estimativa da Emarketer feita no ano passado, os adultos gastam quase a metade do dia consumindo conteúdo digital. Eles passam mais tempo em dispositivos móveis com atividades que exigem muita atenção, como visualização de vídeos e jogos.

Esse dado evidencia a importância de acompanhar as mudanças de comportamento para atender às necessidades e à própria evolução da demanda. Por exemplo, quando o usuário cria um perfil nas redes sociais, é comum se relacionar com todo mundo e seguir qualquer marca que vê pela frente. Depois de um certo tempo, ele se torna mais seletivo e reduz o número de interações. Por fim, mais experiente, passa a recusar pedidos e ofertas, para assim se conectar apenas com os contatos com que mais se identifica.

Essa última fase representa bem o momento de maturidade de público em que estamos agora. Ou seja, de forma mais geral, as pessoas estão um pouco saturadas de receber dicas de como fazer isso ou aquilo e perceberam que nem sempre o conteúdo é consistente e, ao mesmo tempo, não têm períodos livres para baixar e ler tanta coisa.

Ademais, o velho sistema de ‘caça-cliques’ está totalmente obsoleto. Se você observar, algumas empresas repetem um mecanismo que é aplicado cliente após cliente. Basta acessar alguns sites para testemunhar o desespero pelas conversões na primeira página e o mesmo padrão de landing pages para conseguir e-mails.

Tudo isso significa que os profissionais de marketing precisam focar nos objetivos finais, além de garantir que o retorno do investimento seja verdadeiramente satisfatório. Afinal, a quantidade de atenção que um lead pode dar ao que é publicado tem seus limites, você não acha?

Enfim, se o consumidor filtra as empresas que realmente importam, a profecia é certa: somente as marcas fortes sobreviverão.

Investir em branding é mais relevante do que em conteúdos de atração?

Antes de tudo, é importante dizer que a produção de conteúdo vai continuar a existir por muito tempo — só que mais original e mais relevante. Para que seja uma ação sustentável, as marcas têm, por exemplo, que pensar em materiais que possam ser extraídos da sua própria experiência. É um diferencial que vai ajudar a otimizar a medição do ROI.

Entretanto, basta um olhar imparcial para perceber que, enquanto o Inbound Marketing é uma ciência cheia de fórmulas mais definidas, o branding é mais humanizado. Nos últimos anos, infelizmente, vimos que muitos gestores ignoraram a importância de fortalecer a marca em si, para focar apenas em conteúdo.

Em consequência, o usuário ganhou mais opções de escolha, mas não foi conquistado de verdade. Em 2018, a tendência é voltar a dar prioridade para o desenvolvimento da marca para que ela seja a queridinha do consumidor.

Cada vez mais, os profissionais de marketing estão gastando tempo para criar, de forma sensata, uma voz que dialogue com o público-alvo por meio de valores como confiança, por exemplo. Conseguir esse resultado vai muito além de atração e conversão, pois envolve mensagem, empatia, relacionamento, postura, jeito de se comunicar e muito mais.

Como trabalhar a imagem da marca em 2018?

Ora, a ideia central do branding é proporcionar uma boa experiência para o consumidor. Não basta escrever sobre um determinado tema que, muitas vezes, não tem nada a ver com a empresa.

Você precisa se perguntar: como isso cruza com a identidade da minha marca? Como se relaciona com meus valores? Vale a pena falar sobre algum assunto só porque todo mundo está comentando? Conhecer bem o público-alvo é fundamental, pois o conteúdo tem que ser bom para ele, não apenas para agradar os algoritmos do Google. Então, é preciso mesclar sim imagem da marca e atenção a técnicas de produção que visam conversão.

A melhor forma de fazer isso e ser bem-sucedido é oferecendo um material personalizado, realmente conectado com a marca, que reflita seus valores e, ao mesmo tempo, investindo em branding. Afinal, o consumidor está procurando experiências pessoais, causas sociais e muito mais que leitura de posts.

Essa experiência pode assumir muitas formas: um vídeo ao vivo no Facebook, participação em eventos, imersão em tecnologias, como realidade virtual ou aumentada, inovação no atendimento por meio de chatbots que dialogam amigavelmente e outras opções.

O que a Bolt tem a oferecer nesse sentido?

Nós temos um olhar focado na brand persona, não só na lead persona. Procuramos entender a fundo o perfil da marca, quais as características do negócio, como ele gostaria de ser visto, suas necessidades e expectativas.

Ajudamos a empresa a encontrar a própria personalidade antes de começar a se comunicar. E mesmo que haja regionalidades, é preciso respeitar uma unidade para ser reconhecida como ela realmente é.

Acreditamos que pensar o branding é refletir também em como você vai se comunicar da melhor maneira possível para ser memorável. O branding não se restringe a um símbolo ou identidade visual que representa a marca; ele se refere a todas as oportunidades de contato entre seu público e sua marca.

Como você viu, nutrir leads é uma ação estratégica desde o início do Inbound Marketing. Acontece que nem sempre o que deu certo no passado será um sucesso no presente. As mudanças de comportamento do consumidor exigem novos olhares, mais abrangentes.

Investir em branding não pode ser uma prática menos importante que produzir conteúdo. Construir e fortalecer a identidade de marca ajuda você a competir com os grandes frente a frente. Pense nisso!

Quer saber o que mais podemos fazer para desenvolver o seu negócio? Temos uma solução personalizada para a sua empresa. Entre em contato conosco agora mesmo.

 

Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Palavra de especialista: por que 2018 é o ano de investir em branding?

Alexandre Estanislau

Sócio fundador e CEO da Bolt Brasil, atuando como Diretor de Criação, graduado em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais, pós-graduado em Gestão Estratégica em Marketing pela PUC-MG. Premiado em inúmeros festivais brasileiros (Bienal de Design Gráfico – ADG, Clube de Criação de São Paulo, Clube de Criação de Minas Gerais, Prêmio About de Comunicação Integrada, Prêmio MMOnline – MSN) e internacionais (Festival Internacional de Cannes, Festival Internacional de Londres, One Show Interactive – Nova York). Criou e coordenou o Quinta Digital por 3 anos, que já passou pelas cidades de Uberlândia, Juiz de Fora, Divinópolis e João Pessoa-PB. Foi professor de Direção de Arte no curso de Comunicação Digital e Hipermídia da UNI-BH por 2 anos e palestrante em diversos eventos. Atualmente é professor da disciplina Mobilidade e Produção de Sentido no MBA em Comunicação e Marketing do IEC – Puc Minas, professor da disciplina Dinâmica das Agências Digitais na Pós-graduação UNA, Presidente da ABRADi-MG (Associação Brasileira de Agentes Digitais – Minas Gerais) e Diretor da ABRADI Nacional (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Categoria: Estratégia
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